Construímos estradas, ferrovias, pontes e prédios. Erguermos inacreditáveis estruturas. Mas, muito além disso, estruturamos e arquitetamos mundos. Sejam mágicos, ilusórios ou tenebrosos, eles nos transportam, nos mudam ou nos encorajam na difícil missão de prosseguir na vida real. Que mais parece a falsa, ou melhor, a que nós não queríamos que existisse.
O medo refugia-se na mente, como um vigia, seguindo seus leves e estratégicos passos, esperando um único deslize, para pegar-te e quebrar-te ao meio, na mais cruel das ações. Desmiuçando cada osso, varrendo cada átomo, da pureza que poderia restar.
Por que não destruir o medo? Ele é feito de concreto? O concreto também quebra. O maciço também racha.
Viajar sem direção, sem regras, sem destino. Retornar, ou ir, ao mais aconchegante momento. Fechar os olhos e conhecer o que não se pode enxergar com eles abertos. Criar lugares e pessoas que somente nós conhecemos. Navegar por mares sem o cabresto no qual se torna o nosso cotidiano. Usar a bússola somente para não esquecermos as origens. Desprezar o real e mergulhar no fantástico, podendo talvez, o tempo todo, ter sido o verdadeiro. Muitos dizem que isso é loucura, para outros é sonhar.
Por que não aprender a sonhar? É anti-ético criar um sonho? O sonho depende de esforço. Até para sonhar é preciso criatividade, treinamento, articulação. É necessário acreditar. Isso mesmo, imaginar, pensar como seria e não apenas esperar a noite chegar. Podemos reger os nossos próprios sonhos, ou pelo menos, um pouco deles.
O nojo. Como os pensamentos são cruéis. Flashes que não dependem de nós, são independentes. Capazes de invadirem a mais complexa máquina de computar e paralisar por segundos o sistema central. Deixando-o alerta e desprotegido. Restando somente terminar o serviço.
Podemos lutar contra os nossos pensamentos? É possível limitar o que pensamos? Responder isso: impossível. Acreditar nisso: até o fim.
As esferas misturam-se. Ilusão vira objetivo. O real, nem sempre foi real. Criação vira sonho. Enfim, talvez somos grandes vulcões ambulantes, que em cada erupção desejamos algo, acreditamos em algo ou simplesmente, cansamos de algo.
O medo refugia-se na mente, como um vigia, seguindo seus leves e estratégicos passos, esperando um único deslize, para pegar-te e quebrar-te ao meio, na mais cruel das ações. Desmiuçando cada osso, varrendo cada átomo, da pureza que poderia restar.
Por que não destruir o medo? Ele é feito de concreto? O concreto também quebra. O maciço também racha.
Viajar sem direção, sem regras, sem destino. Retornar, ou ir, ao mais aconchegante momento. Fechar os olhos e conhecer o que não se pode enxergar com eles abertos. Criar lugares e pessoas que somente nós conhecemos. Navegar por mares sem o cabresto no qual se torna o nosso cotidiano. Usar a bússola somente para não esquecermos as origens. Desprezar o real e mergulhar no fantástico, podendo talvez, o tempo todo, ter sido o verdadeiro. Muitos dizem que isso é loucura, para outros é sonhar.
Por que não aprender a sonhar? É anti-ético criar um sonho? O sonho depende de esforço. Até para sonhar é preciso criatividade, treinamento, articulação. É necessário acreditar. Isso mesmo, imaginar, pensar como seria e não apenas esperar a noite chegar. Podemos reger os nossos próprios sonhos, ou pelo menos, um pouco deles.
O nojo. Como os pensamentos são cruéis. Flashes que não dependem de nós, são independentes. Capazes de invadirem a mais complexa máquina de computar e paralisar por segundos o sistema central. Deixando-o alerta e desprotegido. Restando somente terminar o serviço.
Podemos lutar contra os nossos pensamentos? É possível limitar o que pensamos? Responder isso: impossível. Acreditar nisso: até o fim.
As esferas misturam-se. Ilusão vira objetivo. O real, nem sempre foi real. Criação vira sonho. Enfim, talvez somos grandes vulcões ambulantes, que em cada erupção desejamos algo, acreditamos em algo ou simplesmente, cansamos de algo.